• Quinta-feira, 30 Abril 2026

Visitas a palácio e museus baixaram 4,38% em 2025

Palácio Nacional de Mafra recebeu 151.069 visitantes em 2025 DR

Os museus, monumentos e palácios nacionais sob gestão da empresa pública Museus e Monumentos de Portugal (MMP) registaram 4.843.299 visitantes em 2025, numa descida de 4,38% em relação a 2024. De acordo com um comunicado deste organismo sobre o balanço de visitantes, a quebra estará relacionada com o "encerramento total ou parcial de vários museus e monumentos para obras no âmbito do PRR" (Plano de Recuperação e Resiliência).

A quebra de 4,38% no número de entradas por comparação com 2024 equivale a menos 221.929 visitas, indica a MMP. Em 2024, as entradas nos 38 museus, monumentos e palácios nacionais tutelados pela MMP tinham-se mantido acima dos cinco milhões (5.065.228 visitantes), mas com uma ligeira descida em relação a 2023 (5.157.404), de 1,8%, segundo as estatísticas oficiais divulgadas na altura.

Entre os equipamentos culturais que estiveram encerrados em 2025 contam-se o Museu do Abade de Baçal, em Bragança (entre fevereiro e novembro de 2025), o Museu de Lamego (desde maio de 2025), a Torre de Belém (desde abril de 2025) e o Museu Nacional de Arte Antiga (desde outubro de 2025), em Lisboa, entre outros.

Nos equipamentos culturais mais visitados em 2025 destaca-se o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com 1.040.203 entradas, seguido pelo Paço dos Duques, em Guimarães, com 367.537 visitantes, o Mosteiro da Batalha, com 357.116 entradas, e o Convento de Cristo, em Tomar, que somou 350.813 visitantes.

A Fortaleza de Sagres registou 324.926 entradas e o Castelo de Guimarães recebeu 320.068 visitantes. Dos monumentos também inscritos como Património Mundial da Humanidade, o Mosteiro de Alcobaça recebeu 195.611 visitantes e o Palácio Nacional de Mafra 151.069 visitantes em 2025.

No que respeita aos museus, o Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, recebeu 335.255 visitantes, o Museu Nacional dos Coches/Picadeiro Real, também em Lisboa, contou com 193.614 entradas, e o Museu Nacional Resistência e Liberdade, em Peniche, registou 107.569 visitas.

Ainda entre os mais visitados contam-se o Panteão Nacional, em Lisboa, com 169.721 visitantes, o Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, com 146.130 entradas, e a Torre de Belém, com 127.791 visitas.

De acordo com os dados estatísticos, os visitantes com bilhete pago representaram 61% do total de entradas, nas quais se destacam os turistas estrangeiros, que perfazem 56% do total de visitantes.

Em 2025, o número de entradas pagas ascendeu a 2.978.173, e as gratuitas 1.865.126, enquanto as referentes a cidadãos nacionais foram 2.129.410 e de estrangeiros 2.713.889.

No total, 17 equipamentos culturais tutelados pela MMP encontravam-se encerrados total, parcialmente ou com acesso condicionado devido a obras do PRR.

Em 2017, o número de visitantes de museus, monumentos e palácios nacionais superou pela primeira vez os cinco milhões, contabilizando 5.072.266 entradas.acordo com um comunicado deste organismo sobre o balanço de visitantes, a quebra estará relacionada com o "encerramento total ou parcial de vários museus e monumentos para obras no âmbito do PRR" (Plano de Recuperação e Resiliência).

A quebra de 4,38% no número de entradas por comparação com 2024 equivale a menos 221.929 visitas, indica a MMP.

Em 2024, as entradas nos 38 museus, monumentos e palácios nacionais tutelados pela MMP tinham-se mantido acima dos cinco milhões (5.065.228 visitantes), mas com uma ligeira descida em relação a 2023 (5.157.404), de 1,8%, segundo as estatísticas oficiais divulgadas na altura.

Entre os equipamentos culturais que estiveram encerrados em 2025 contam-se o Museu do Abade de Baçal, em Bragança (entre fevereiro e novembro de 2025), o Museu de Lamego (desde maio de 2025), a Torre de Belém (desde abril de 2025) e o Museu Nacional de Arte Antiga (desde outubro de 2025), em Lisboa, entre outros.

Nos equipamentos culturais mais visitados em 2025 destaca-se o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com 1.040.203 entradas, seguido pelo Paço dos Duques, em Guimarães, com 367.537 visitantes, o Mosteiro da Batalha, com 357.116 entradas, e o Convento de Cristo, em Tomar, que somou 350.813 visitantes.

A Fortaleza de Sagres registou 324.926 entradas e o Castelo de Guimarães recebeu 320.068 visitantes, segundo as estatísticas hoje divulgadas. Dos monumentos também inscritos como Património Mundial da Humanidade, o Mosteiro de Alcobaça recebeu 195.611 visitantes e o Palácio Nacional de Mafra 151.069 visitantes em 2025.

No que respeita aos museus, o Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, recebeu 335.255 visitantes, o Museu Nacional dos Coches/Picadeiro Real, também em Lisboa, contou com 193.614 entradas, e o Museu Nacional Resistência e Liberdade, em Peniche, registou 107.569 visitas.

Ainda entre os mais visitados contam-se o Panteão Nacional, em Lisboa, com 169.721 visitantes, o Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, com 146.130 entradas, e a Torre de Belém, com 127.791 visitas.

De acordo com os dados estatísticos, os visitantes com bilhete pago representaram 61% do total de entradas, nas quais se destacam os turistas estrangeiros, que perfazem 56% do total de visitantes.

Em 2025, o número de entradas pagas ascendeu a 2.978.173, e as gratuitas 1.865.126, enquanto as referentes a cidadãos nacionais foram 2.129.410 e de estrangeiros 2.713.889.

No total, 17 equipamentos culturais tutelados pela MMP encontravam-se encerrados total, parcialmente ou com acesso condicionado devido a obras do PRR. Em 2017, o número de visitantes de museus, monumentos e palácios nacionais superou pela primeira vez os cinco milhões, contabilizando 5.072.266 entradas.

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