
A nova exposição “Um Património Natural com História – D. Carlos I” integra as comemorações do 7.º aniversário da classificação do Real Edifício de Mafra como Património Mundial da UNESCO e está aberta ao público todos os dias. A cerimónia de inauguração decorreu no emblemático Pavilhão de Caça do Rei D. Carlos no Celebredo, no âmbito do programa comemorativo da inscrição do Real Edifício de Mafra — do qual a Tapada Nacional faz parte integrante — na Lista do Património Mundial da UNESCO.
Após um cuidado processo de restauro concluído em 2025, o edifício reedificado por D. Carlos I no século XIX volta a abrir portas para revelar a intimidade, o quotidiano e os momentos de lazer do monarca no seu refúgio de silêncio e natureza.
Mais do que uma cooperação institucional, esta parceria tripartite reflete de forma autêntica o triângulo de afeto e a forte ligação que D. Carlos I nutria por estes três espaços. Para o Rei, Mafra — com a sua Tapada e o seu Palácio — e Vila Viçosa não eram meras propriedades da Coroa, mas sim verdadeiros santuários onde encontrava a simplicidade, o sossego e, certamente, a inspiração para a resolução dos vários problemas que o País atravessava. Ao longo dos dois pisos do chalé, o público poderá conhecer melhor outros aspetos menos explorados da vida do Rei e contemplar retratos, um busto real em gesso, o icónico Serviço de Alcântara, peças de armaria e da cozinha de campanha da corte, entre outras peças de elevado valor histórico,
A particularidade desta exposição reside no trabalho conjunto e na partilha de bens culturais entre três entidades fundamentais: