
"A Tratolixo esclarece que, ao contrário do que está a ser veiculado pela comunicação social, a rotura que está na origem da interdição da Praia de Santo Amaro, em Oeiras, não se verificou em nenhuma infraestrutura da Tratolixo, mas sim numa infraestrutura que se encontra fora das instalações da Tratolixo e sobre a qual a empresa não tem qualquer responsabilidade", indicou numa nota.
Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a praia de Santo Amaro de Oeiras foi hoje temporariamente interditada na sequência de um episódio de poluição na ribeira da Laje, provocado por uma rotura numa conduta da Tratolixo. Em comunicado, a APA refere que o alerta foi registado cerca das 13h00 e teve origem numa rotura numa conduta da empresa de tratamento de resíduos, que provocou uma descarga de lixiviados tratados a cerca de seis quilómetros da praia de Santo Amaro, no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa.
"As entidades competentes procederam à averiguação das causas e já se encontra estancada a rotura, bem como a aplicação de outras medidas de mitigação, em curso", indica a nota. Contudo, explica a mesma fonte, "decorrente da avaliação de risco", as autoridades de saúde e do município de Oeiras decidiram interditar a praia, "até haver evidência da qualidade da água balnear".