
O Real Edifício de Mafra, conjunto de que faz parte o Palácio Nacional, comemora, no dia 7, os sete anos da sua inscrição na lista do Património Mundial da UNESCO com um programa diverso de atividades.
"Celebrar sete anos do Real Edifício de Mafra como Património Mundial da UNESCO é, acima de tudo, celebrar a nossa identidade e a resiliência de uma comunidade que cuida e valoriza a sua história. Criámos um programa que cruza a imponência do Palácio com a biodiversidade da Tapada e a magia dos nossos carrilhões, refletindo o nosso compromisso em aproximar os cidadãos do seu património”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Mafra, Hugo Moreira Luís, em nota de imprensa hoje divulgada.
Sob o mote de “descobrir o que nos torna únicos”, as comemorações exploram os diferentes pontos que caracterizam este conjunto patrimonial - o Palácio, a Basílica, o Convento, o Jardim do Cerco e a Tapada”, explica o município, em nota de imprensa hoje divulgada.
O programa diversificado e gratuito inclui concertos de carrilhão, exposições de fotografia, batismo equestre, visitas guiadas às obras a decorrer no palácio, percursos pedestres, uma apresentação da reprise equestre do Exército e concerto pela Orquestra Ligeira do Exército.
Além das experiências, este dia une a cultura, a memória e a valorização deste monumento com uma sessão solene, a decorrer no átrio do Torreão Norte do Palácio Nacional de Mafra.
Como a história do Real Edifício de Mafra é, também, marcada pela religião – não tivesse nascido de uma promessa e da devoção do Rei João V – vai ser ainda celebrada uma missa presidida pelo Patriarca de Lisboa, Rui Valério, no Claustro Sul.
O programa é organizado pelas cinco entidades gestoras do Real Edifício – Município de Mafra, Palácio Nacional de Mafra, a Paróquia de Santo André de Mafra, a Escola das Armas e Tapada Nacional de Mafra.
O monumento foi classificado como Património Cultural Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em julho de 2019.
Lusa