
Uma mulher de 39 anos foi detida em Cascais pela PSP, pela prática do crime de furto qualificado, na residência onde esta se encontrava a laborar. Os polícias, ao terem conhecimento do furto, deslocaram-se à residência da lesada, nomeadamente ao quarto onde se encontrava a suspeita, uma vez que a mesma é ali empregada interna e poderia estar na sua esfera de posse os itens subtraídos.
Contactada a suspeita, esta autorizou a busca ao quarto, tendo sido encontrado no interior da sua bolsa uma caixa com várias joias avaliadas em cerca de € 23 500 (vinte três mil quinhentos euros), afirmando que não lhe pertenciam. Apurou-se que os bens recuperados pertenciam à lesada, desconhecendo-se o tempo em que foram subtraídos (em tese duas ou três semanas antes). Foram apreendidos e entregues à legítima proprietária.
Por a mesma ser de nacionalidade estrangeira e face à existência de dúvidas sobre a legalidade da permanência da suspeita em território nacional, depois de diligências, apurou-se que se encontrava em situação irregular, tendo sido notificada para abandonar voluntariamente o país. A suspeita foi constituída arguida e aplicado o Termo de Identidade e Residência.