• Terça-feira, 24 Março 2026

Cascais, Mafra, Oeiras, Loures, Sintra e Amadora integram Carta Gastronómica da Região Saloia

As II Jornadas Portuguesas de Gastronomia, que decorrem este fim de semana em Cascais, recebem no próximo dia 27 de março a apresentação do projeto da Carta Gastronómica da Região Saloia, uma iniciativa que pretende preservar, valorizar e promover as tradições culinárias deste território.

Integrada na programação da segunda edição das jornadas, este ano subordinadas ao tema “Cozinha Saloia – tradição, território e sustentabilidade”, a apresentação surge num contexto em que a gastronomia ganha crescentes relevância enquanto património cultural e motor de desenvolvimento local.

Mais do que um simples registo, a Carta Gastronómica da Região Saloia afirma-se como um projeto estruturante de salvaguarda e valorização do património alimentar com o objetivo de documentar receitas, ingredientes e práticas culinárias tradicionais. A iniciativa envolve comunidades locais, produtores, cozinheiros, investigadores, escolas, associações e agentes turísticos, numa abordagem colaborativa e multidisciplinar.

O projeto abrange vários municípios associados à Região Saloia, incluindo Cascais, Mafra, Oeiras, Loures, Sintra, Amadora, Lisboa, Vila Franca de Xira, Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer e Torres Vedras, refletindo uma visão abrangente e contemporânea da gastronomia, onde se cruzam memória, sustentabilidade e futuro.

Entre os principais eixos da iniciativa destacam-se a preservação cultural, a promoção turística e a integração de práticas sustentáveis de produção e consumo alimentar. O projeto está alinhado com a estratégia da Área Metropolitana de Lisboa para a transição alimentar, incentivando o consumo de produtos locais, os circuitos curtos de comercialização e a valorização de alimentos saudáveis e sustentáveis.

A sessão dedicada à Carta Gastronómica da Região Saloia convida profissionais do setor, investigadores e o público em geral a refletir sobre o papel da gastronomia na valorização dos territórios e na construção de modelos alimentares mais conscientes, resilientes e e enraizados nas comunidades.

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