• Quarta-feira, 4 Fevereiro 2026

Frio vai atacar Lisboa nos próximos dias

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alargou para nove os distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido ao tempo frio, que foi prolongado até quarta-feira, devido à persistência de valores baixos da temperatura mínima com Lisboa a registar mínimas de seis graus ao longo da semana.

Segundo informação atualizada do IPMA, vão estar sob aviso amarelo os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Castelo Branco e Portalegre entre as 00h00 de segunda-feira e as 09:00 de quarta-feira, bem como Évora, Beja e Faro entre as 00h00 de terça-feira e as 09h00 de quarta-feira.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica. A Direção-Geral da Saúde (DGS) alerta, numa nota publicada no seu 'site', que "quando a temperatura desce o risco de doenças respiratórias, agravamento de condições crónicas e acidentes aumenta".

Para se proteger dos efeitos negativos do frio na saúde, a DGS deixa várias recomendações à população, como evitar mudanças bruscas de temperatura, vestir roupa por camadas, proteger as extremidades com gorro, luvas e meias quentes e usar calçado antiderrapante para evitar quedas. Manter a pele hidratada, sobretudo a cara, mãos e lábios, beber água e bebidas quentes e comer sopa são outras das indicações, para que a população se mantenha hidratada e quente.

Em casa, deve evitar-se estar mais de uma hora seguida sentado, para reduzir o risco de desenvolver problemas de saúde e ajudar a manter o corpo aquecido. A DGS aconselha ainda a população a fazer "refeições mais frequentes, encurtando as horas entre elas", e a aumentar o consumo de alimentos ricos em vitaminas, sais minerais e antioxidantes, como, por exemplo, frutos e hortícolas, pois contribuem para reduzir o aparecimento de infeções. Por outro lado, deve evitar-se o consumo de alimentos fritos, com muita gordura ou açúcar.

A DGS pede ainda especial atenção aos mais vulneráveis: "crianças pequenas, pessoas idosas, pessoas com doenças crónicas, trabalhadores ao ar livre ou pessoas em situação de isolamento ou sem-abrigo".

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