• Sábado, 21 Março 2026

Tony Carreira na passagem de ano de Sintra

Sintra apresentou, esta quinta-feira, no MU.SA – Museu das Artes de Sintra a agenda cultural para este ano recheado de música, teatro e muito mais. Mas já lá vamos.

Uma das grandes novidades apresentadas foi que Tony Carreira vai ser o responsável pelo concerto de fim de ano em Sintra no Palácio de Queluz à semelhança do ano passado.

Mas até lá vão ser vários os eventos que vão decorrer no concelho como o Festival de Sintra, o Jazz em Monserrate, o Bailado em Seteais, os concertos de Primavera que estão a decorrer em diversas igrejas e muito mais.

No entanto, será no Olga Cadaval onde se vão centrar a maior parte das iniciativas que vão da música ao teatro.

Luís Represas vai dar um concerto no dia 15 de maio

“Sextas do Rock” será uma das iniciativas que todas as sextas traz a palco grandes nomes deste género tais como UHF (10 abril), Peste & Sida (30 abril), Luís Represas (15 maio), Sétima Legião (3 julho), Rui Veloso (24 julho), GNR (11 setembro), The Black Mamba (9 outubro), Mafalda Veiga (16 outubro), Táxi (6 novembro), Pedro Abrunhosa (27 novembro) e David Fonseca (4 dezembro).

“Há Fado e Música Portuguesa” é outra das sessões que vão marcar presença no Olga Cadaval com atuações dos Vizinhos (24 abril), Sara Correia (29 maio), Em Casa D’Amália: O Concerto ao Vivo (3 junho), Albaluna (26 junho), Elisa Silva (12 setembro), Ricardo Ribeiro (26 setembro), Carminho (1 outubro), S.Pedro (2 outubro), Joana Almeirante (7 novembro), Os Quatro e Meia (17 e 18 dezembro) e Bárbara Tinoco (22 janeiro).

João Baião sobe a palco nos dias 23 e 24 de outubro

Teatro também não vai faltar com Masha e o Urso (21 março), “Duelo Improvisado” dos Instantâneos (11 abril), “Uma brancura luminosa” com Sandra Barata Belo e Ricardo Pereira (12 abril), “Se Acreditares Muito” com Sara Barradas e Diogo Martins (18 abril), Mónica Vale de Gato (22 maio), “Insónia” com Fernando Mendes (24 junho), Ai A Dança (12 julho), “Evita” com Sofia Escobar e Diogo Morgado (3 e 4 setembro), Guerreiras K-POP (6 setembro), Pátio do Cunha com Carlos Cunha e Erika Mota (23 setembro), João Baião (23 e 24 de outubro), “A Comédia Jackpot” com Rita Ribeiro (9 dezembro) e muito mais.

A música clássica também vai estar muito presente com atuações da Orquestra Municipal de Sintra, Conservatório de Música de Sintra, Orquestra Filarmónica Portuguesa com Camané e Mário Laginha e o Festival de Sintra.

O evento contou com a presença de diversos artistas tais como Tony Carreira, Ricardo Pereira, Sandra Barata Belo, Carlos Cunha, Erika Mota, Rita Ribeiro, Mafalda Veiga, Bárbara Tinoco, Joana Vasconcelos membros dos UFH, Black Mamba, o presidente da Câmara de Sintra, Marco Almeida, a vice-presidente da Câmara de Sintra, Andreia Bernardo, vereadores, os presidentes da Junta da Terrugem, Claúdia Rolo, da Junta de Colares, Pedro Filipe, da Junta de Almargem do Bispo, Alfredo Barroca, da Junta de Freguesia de Sintra, Paulo Parracho, da Junta de Freguesia de Belas, António Campos, o presidente da Parques de Sintra, João Sousa Rego, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, entre outros convidados.

No mesmo dia, foi assinado entre a Câmara Municipal de Sintra e a OPART - Organismo de Produção Artística, E.P.E. um protocolo de colaboração que promete reforçar significativamente a oferta cultural no concelho de Sintra.

Segundo Marco Almeida, presidente da Câmara Municipal de Sintra, "este protocolo representa um avanço significativo na democratização do acesso à cultura no nosso concelho, permitindo ampliar a oferta artística e aproximá‑la da comunidade. Estamos a criar oportunidades culturais para os Sintrenses e a contribuir para a formação de novos públicos no futuro".

A parceria vai traduzir-se numa programação diversificada que inclui concertos e masterclasses com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, espetáculos e ações formativas da Companhia Nacional de Bailado, projetos promovidos pelos Estúdios Victor Córdon e diversas atividades culturais de acesso gratuito desenvolvidas em parceria institucional.

A OPART, responsável pela gestão de várias estruturas culturais nacionais, reforça assim a sua missão de serviço público, apostando não só na programação artística, mas também na formação e fidelização de novos públicos.

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