• Sexta-feira, 26 Junho 2026

Amadora/Sintra apresentou Plano de Transformação Assistencial e Estratégico 2026–2035

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A Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra apresentou, esta sexta-feira, o Plano de Transformação Assistencial e Estratégico (PTAE) 2026–2035, documento que define a estratégia da instituição para a próxima década, com o objetivo de melhorar o acesso aos cuidados de saúde, reduzir tempos de espera, aproximar os cuidados dos cidadãos e preparar a resposta assistencial da maior ULS do país para os desafios do futuro.

Concebido para responder às necessidades de uma população de cerca de 600 mil habitantes, o plano estabelece uma visão integrada para a reorganização dos cuidados de saúde, apostando na articulação entre os cuidados de saúde primários e hospitalares, na inovação organizacional, na transformação digital, na valorização dos profissionais e na sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) neste território.

Ana Paula Martins - DR

A apresentação do plano decorreu no Auditório do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF) e contou com a presença da Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, de um representante da Direção Executiva do SNS, dos Presidentes das Câmaras Municipais da Amadora e de Sintra, bem como de representantes das Ordens Profissionais, de organismos e instituições do setor da Saúde, de parceiros institucionais e académicos e de profissionais da ULS Amadora/Sintra.

Na sessão de abertura, a Presidente do Conselho de Administração da ULS Amadora/Sintra, Sandra Cavaca, destacou que este é um plano construído a partir da realidade da organização e da experiência dos seus profissionais, orientado para responder aos desafios atuais e preparar a instituição para a próxima década, colocando os utentes e os profissionais no centro da transformação.

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Estruturado em sete eixos estratégicos, o PTAE contempla um conjunto integrado de medidas que visam reorganizar os modelos de prestação de cuidados, melhorar os fluxos assistenciais, reforçar a integração entre os diferentes níveis de cuidados, expandir a hospitalização domiciliária e a utilização de soluções digitais, aumentar a capacidade de resposta cirúrgica, reforçar a diferenciação clínica e valorizar os profissionais. O plano define igualmente metas concretas, indicadores de desempenho e um modelo de monitorização que permitirá acompanhar a sua implementação ao longo do período 2026–2035.

O PTAE contempla também um conjunto de investimentos estruturantes, entre os quais se destaca a construção de um novo edifício para o HFF, a par da modernização de infraestruturas, da transformação digital e do reforço da capacidade assistencial da instituição. Na sequência da sua apresentação pública, o documento será objeto de auscultação interna, num processo que permitirá recolher contributos para a consolidação da sua versão final.

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