
A partir desta quinta-feira, 2 de abril, o Parque e Palácio Nacional da Pena vai renovar a forma como é visitado apostando numa oferta diversificada de experiências que prometem transformar a tradicional visita turística numa vivência mais imersiva e personalizada.
A nova programação foi concebida para responder a diferentes perfis de visitantes, desde quem prefere explorar de forma autónoma até quem procura um conhecimento mais aprofundado da história, arquitetura e simbolismo do monumento.
A chamada “visita essencial” permite descobrir o Palácio ao ritmo de cada visitante, através de um percurso autónomo pelo Palácio Novo. Este inclui salas de aparato, espaços de representação e também áreas mais privadas, como quartos, escritórios e salas de refeições.
Para além do interior, os visitantes podem aceder aos terraços com vistas panorâmicas e explorar o parque envolvente, onde se destaca o Chalet da Condessa d’Edla. Ao longo dos seus caminhos surgem locais icónicos como a Cruz Alta, o Vale dos Lagos ou a Gruta do Monge.

A partir de 2 de abril, passam também a estar disponíveis visitas guiadas de uma hora e meia conduzidas por mediadores especializados. Estas experiências permitem uma leitura mais completa do Palácio, abordando não só os aspetos arquitetónicos e decorativos, mas também as vivências e histórias associadas ao espaço.
O percurso inclui áreas essenciais e aposentos privados, com foco em detalhes que habitualmente passam despercebidos, proporcionando uma compreensão mais rica do monumento, considerado um ícone do romantismo europeu.

Outra das novidades é a visita encenada “Adeus, Minha Pátria Querida!”, centrada na figura de D. Amélia de Orleães. A experiência leva os visitantes aos aposentos da última rainha de Portugal no Palácio da Pena.
Para além da dimensão histórica, a iniciativa destaca também o lado humano e filantrópico da rainha, conhecida pelo seu trabalho em áreas como a saúde, educação e apoio social, bem como pela sua ligação às artes e ao património.

O Parque da Pena ganha igualmente protagonismo nesta nova abordagem. Com cerca de 85 hectares, é considerado um dos mais importantes arboretos de Portugal, reunindo espécies botânicas de todo o mundo.
Entre jardins, trilhos e construções românticas, os visitantes podem descobrir espaços como o Chalet da Condessa, o Templo das Colunas ou a Feteira da Rainha, além de apreciar coleções botânicas de referência, como as camélias asiáticas introduzidas no século XIX.
